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A faixa 3.000 reúne entradas ou aquisições de serviços do exterior. Esta página funciona como referência de consulta para NF-e, XML, SPED Fiscal, cadastro de produtos, parametrização de ERP e conferência de documentos fiscais. Uso recomendado: quando um artigo mencionar um código como CFOP 3.101, o plugin de links pode direcionar para esta página usando […]
A faixa 3.000 reúne entradas ou aquisições de serviços do exterior. Esta página funciona como referência de consulta para NF-e, XML, SPED Fiscal, cadastro de produtos, parametrização de ERP e conferência de documentos fiscais.
Uso recomendado: quando um artigo mencionar um código como CFOP 3.101, o plugin de links pode direcionar para esta página usando a âncora do código: #cfop-3101.
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A faixa 3.000 abrange operações de entrada ou aquisição de serviços em que a origem está no exterior. Em termos práticos, ela deve ser usada quando a operação se enquadra como entradas ou aquisições de serviços do exterior.
O primeiro dígito do CFOP indica a macro-origem ou macro-destino da operação. Por isso, antes de escolher o código específico, valide se a operação é interna, interestadual ou com o exterior.
A lista abaixo traz uma versão editorial comentada para consulta rápida. Cada CFOP foi separado em bloco próprio para facilitar a leitura, a linkagem interna automática e a identificação dos códigos relacionados.
Quando usar na prática: Importação de mercadoria destinada ao processo produtivo ou produção rural.
CFOPs relacionados: 1.101 / 2.101
Quando usar na prática: Importação de mercadoria destinada à revenda.
CFOPs relacionados: 1.102 / 2.102
Quando usar na prática: Importação de mercadoria para uso na prestação de serviço tributada pelo ICMS.
CFOPs relacionados: 1.126 / 2.126
Quando usar na prática: Importação amparada por drawback destinada à industrialização.
CFOPs relacionados: 7.127
Quando usar na prática: Importação de mercadoria para serviço sujeito ao ISSQN.
CFOPs relacionados: 1.128 / 2.128
Quando usar na prática: Retorno do exterior de produto próprio vendido.
CFOPs relacionados: 7.101
Quando usar na prática: Retorno do exterior de mercadoria de terceiros vendida.
CFOPs relacionados: 7.102
Quando usar na prática: Retorno de exportação de produção própria vinculada a drawback.
CFOPs relacionados: 7.127
Quando usar na prática: Retorno de mercadoria exportada com tratamento específico de importação/industrialização.
CFOPs relacionados: 7.129
Quando usar na prática: Aquisição de energia elétrica do exterior para distribuição ou comercialização.
CFOPs relacionados: 1.251 / 2.251
Quando usar na prática: Serviço de comunicação tomado do exterior para prestar serviço de comunicação.
CFOPs relacionados: 1.301 / 2.301
Quando usar na prática: Serviço de transporte tomado do exterior para prestar transporte.
CFOPs relacionados: 1.351 / 2.351
Quando usar na prática: Retorno do exterior de mercadoria previamente recebida para exportação.
CFOPs relacionados: 7.501 / 7.502
Quando usar na prática: Importação de bem destinado ao ativo imobilizado.
CFOPs relacionados: 1.551 / 2.551
Quando usar na prática: Retorno do exterior de ativo vendido.
CFOPs relacionados: 7.553
Quando usar na prática: Importação de material destinado ao uso ou consumo do estabelecimento.
CFOPs relacionados: 1.556 / 2.556 / 7.556
Quando usar na prática: Importação de combustível/lubrificante para industrialização.
CFOPs relacionados: 1.651 / 2.651
Quando usar na prática: Importação de combustível/lubrificante para revenda.
CFOPs relacionados: 1.652 / 2.652
Quando usar na prática: Importação de combustível/lubrificante para consumo final.
CFOPs relacionados: 1.653 / 2.653
Quando usar na prática: Entrada de combustível/lubrificante para consumo final em tráfego internacional com destino ao exterior.
CFOPs relacionados: 7.667
Quando usar na prática: Lançamento de entrada de bem com amparo em admissão temporária.
CFOPs relacionados: 7.930
Quando usar na prática: Código residual para entradas do exterior não enquadradas em código específico.
CFOPs relacionados: 7.949
O mesmo item pode ter CFOP diferente conforme a finalidade. Se a mercadoria for comprada para revenda, será um enquadramento. Se for destinada ao uso e consumo, será outro. Se for devolvida, transferida ou remetida para industrialização, a natureza fiscal muda novamente.
Em devoluções e retornos, compare o CFOP de entrada com o CFOP da saída original. Essa conferência reduz erros de escrituração e melhora a consistência entre NF-e, XML e SPED.
O CFOP não trabalha sozinho. Depois de escolher o código, valide CST ou CSOSN, base de cálculo, alíquota, ICMS-ST, IPI, PIS, COFINS e informações complementares quando aplicável.
| Conferência | Pergunta prática |
|---|---|
| Origem/destino | A operação pertence mesmo à faixa 3.000? |
| Natureza | É compra, venda, devolução, remessa, retorno, transferência ou prestação de serviço? |
| Finalidade | A mercadoria será revendida, industrializada, consumida, integrada ao ativo ou remetida a terceiro? |
| Documento fiscal | O CFOP está coerente com a natureza da operação da NF-e/CT-e? |
| Tributação | CST, CSOSN, ICMS, ICMS-ST, IPI, PIS e COFINS foram revisados? |
| Escrituração | O código será escriturado corretamente no SPED Fiscal? |
Os códigos que merecem atenção inicial nesta faixa são: 3.101, 3.102, 3.126, 3.127, 3.128, 3.201, 3.202, 3.211. Eles aparecem com frequência em operações de compra, venda, devolução, uso e consumo, transferência, remessa e retorno.
Significa entradas ou aquisições de serviços do exterior, conforme a lógica oficial de agrupamento dos códigos fiscais de operações e prestações.
Não é recomendado. Códigos residuais devem ser usados apenas quando não houver código específico aplicável à operação.
Não. O CFOP identifica a natureza da operação, mas a tributação depende também de CST/CSOSN, NCM, regime tributário, UF, produto, benefício fiscal e legislação aplicável.
Não. Ela serve como referência técnica e editorial. Operações complexas devem ser revisadas com base na legislação vigente, no regulamento estadual e no contexto da empresa.